O lado que o Amor Revela
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9/25/20251 min read


Quando Luiza Martins canta “Leonardo Da Vinci só pintou a Monalisa porque nunca te viu nua”, ela não está apenas dizendo sobre beleza ou desejo. Ela está falando do que o amor desperta: inspiração, movimento, criação. A canção inteira é uma declaração de alguém que se sente transformado pelo amor, que quer atravessar oceanos, mudar de país, reinventar a própria vida por causa do encontro com o outro.
E é disso que muitas vezes esquecemos. Costumamos associar o amor ao sofrimento, ao ciúme, à dor de perder. “Mato e morro por amor” ouvimos essa frase desde cedo. Mas raramente dizemos: “vivo por amor”, “produzo por amor”, “danço, escrevo, faço música, reinvento minha rotina por amor”.
O amor saudável não é apenas emoção; é também força criativa. Ele faz a gente escrever um texto, compor uma canção, sorrir sem motivo, perder o fôlego de tanto gozar, sonhar com projetos, atravessar noites em claro sem peso. Ele faz a gente ter olhos brilhantes e mãos inquietas para criar.
Amar, assim, é permitir que esse estado nos mova para algo maior do que a dor que ele nos conecte à vida, ao desejo, ao riso, à leveza. É escolher estar com alguém que não nos suga, mas que nos impulsiona. Alguém que ama com saúde, com vontade, com desejo, com alegria.
Porque o amor, quando é bom, não paralisa; ele multiplica. Não adoece; ele inspira. Não apaga; ele acende.
Que tal olhar para o amor assim? Não apenas como drama, mas como potência criadora? Que relações você tem cultivado que te inspiram a viver mais, a produzir, a se reinventar? A psicoterapia pode ser um espaço para reconhecer esse potencial do amor e para aprender a escolher vínculos que TE INSPIRAM.
